Os ventos que às vezes levam algo que amamos são os mesmos ventos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isso, não devemos chorar pelo que nos foi tirado, e sim aprender a amar o que nos foi dado... porque tudo o que é realmente nosso o vento nunca irá levar.
Contudo, comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo poderia ser meu para sempre...
E hoje sim... sinto-me mais completa, imbatível e feliz.
Parabéns a mim, já pesa mais um =)
Fragmentos Intemporais
Procuro na eternidade o futuro que me encontra
sábado, 18 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O outro lado do AMOR
Foram dias infelizes, caminhos perdidos pelo tempo, linhas paralelas em sombras chumbadas... Um estreito ponto de vista sem futuro aparente.
Que doença foi essa? Algo celestial ou demoníaco?
Viver na sombra de ilusões...
De facto, não tenho dúvidas, o AMOR é um desafio estranho que julgamos precisar!!!
Que dizer mais?
Depois do fantasma do adeus, eis que ressuscitou algo superior.
O que será?
É algo garantidamente superior. Superior a qualquer AMOR platónico, assente na verdadeira razão do existir.
Não lhe chamo AMOR, é sim um enigma que ainda desconheço, um sentimento estrondoso que faz bater o meu coração, é uma união sincera que vai muito além do visível, uma luz que alcança o infinito.
Algo que me fez agarrar à vida.
Moral da história: Por vezes temos que perder para que possamos ganhar algo muito melhor. Eu sinto isso agora. Nada acontece ao acaso, tudo tem uma razão de ser!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
Um novo dia irá nascer
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
E porque há sempre...
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Pure love

E é nesta imensidão de tudo o que por ti sinto que te digo:
Desperta dentro de mim uma nova vida, algo maravilhosamente belo e demasiado perfeito.
Inunda-me subitamente o coração de amor, um amor puro que move montanhas e navega mares. Que planta em cada manhã palavras sinceras de esperança.
Caminharemos como um só, um único ser, a descoberta mútua e presente em todos os sonhos que tornaremos realidade.
Meu pequeno tesouro, meu príncipe... deixa-me que te diga que farei de ti o meu mundo...
sábado, 10 de dezembro de 2011
...
A noite tornou-se negra
Cai chuva...
Poços de lágrimas incapazes de afastar a dor
Eternos afectos que o fogo levou
Vazios no momento da despedida
Vidas em memórias sem idade
Talvez perdidas
Talvez nunca vividas
Num vermelho cinza
Vivo desejo
Que não sei explicar...

(mesmo assim, foi bom rever-te, não sei bem porquê)
Cai chuva...
Poços de lágrimas incapazes de afastar a dor
Eternos afectos que o fogo levou
Vazios no momento da despedida
Vidas em memórias sem idade
Talvez perdidas
Talvez nunca vividas
Num vermelho cinza
Vivo desejo
Que não sei explicar...

(mesmo assim, foi bom rever-te, não sei bem porquê)
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Um tempo fora de tempo

Haverá maior união entre o céu e a terra?
Esquecer as minhas limitações e sentir viva cada fibra do meu humilde corpo.
Preciso deste contacto com a terra, de correr espaço fora e fora do tempo, de respirar a fragrância dos pinheiros, uma aragem livre ou de leve frescura projectada pelo seu manto protector.
Preciso da minha solidão rica que traz tranquilidade e harmonia para o meu ser.
Só aqui permaneço confortável e abrigada dos olhares... transbordando o espírito livre que há dentro de mim.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
=)
"Temos de viver cada dia da maneira que julgamos que nos fará sentir de bem com a nossa vida - para que, se ela acabar amanhã, fiquemos satisfeitos connosco."
JANE SEYMOUR, n. 1951
JANE SEYMOUR, n. 1951
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Deambulando

No inexistente caminho do ser, aqui me encontro num rasgo de sombra ainda por queimar. Num desabafo de um cigarro, ainda por apagar...
Nas memórias pintadas de ouro, pequenas corridas contra o tempo... a límpida sinfonia que me liberta, um olhar num segredo.
De mãos dadas com a vertigem de um sonho sem partir, no espelho de uma vida (por vezes meia sofrida) que deixa muito para contar.
São malabarismos mágicos, um destino por encontrar.
São palavras, meras palavras, um coração para te amar.
domingo, 9 de outubro de 2011
...
Quando o silêncio é temperado por gritos de ternura, cria-se em pinceladas de amor o entorpecimento de um Eu em desassossegadas vigílias...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
...
domingo, 18 de setembro de 2011
De volta...
... a casa
... ao trabalho
... ao velho quotidiano
mas completamente renovada e plena de força para enfrentar novos desafios!
... ao trabalho
... ao velho quotidiano
mas completamente renovada e plena de força para enfrentar novos desafios!
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