segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Stay...
Quando partires vais deixar saudades
Saudades que ficam até um regresso
Regressa
E fica
Um dia
Para sempre
...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Feliz Natal

Para todos os que de alguma forma marcaram o meu 2008...
Alguns fizeram parte de anos anteriores, outros porém surgiram recentemente e ainda há aqueles que apareceram em grandes momentos da minha vida!
Cada um de vocês faz parte de mim, ajudando-me a ser quem sou... alguém que ama, que chora, que sente, que vive!
Que este Natal vos chegue repleto de agradáveis surpresas, que este Natal seja sinónimo de união, de paz, de amor...
Conto com todos vocês, que são parte de mim, para que juntos tenhamos um grande 2009, cheio de êxitos, alegrias e concretizações!
Agradeço a todas as pessoas que ao longo do ano visitaram o meu cantinho... é para vocês que escrevo, é com vocês que partilho o mais íntimo que há em mim!
Feliz Natal,
Fragmentos Intemporais
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Esta nova caminhada...

Prisioneira das minhas memórias
Neste chão de terra agreste
Sopro os sonhos de criança
Numa melodia de som rupestre
Na mente guardo memórias
Mil pensamentos intemporais
Habitam em mim novos sonhos
Que não rimam com finais
Toco no horizonte
Melodia fora de tempo
Demoro-me na solidão
À procura de um momento
No olhar guardo o fogo
Nas mãos um vazio nada
No rosto lágrimas e alegrias
De uma vida quase quebrada
Pela nascente onde avanço
Águas puras irei encontrar
Por entre colinas e ventos
Uma manta para te amar
Beber-te-ei cada curva
Em cada novo amanhecer
Numa luta infindável
No desejo de te querer
E quando a noite terminar
Novo dia irá nascer
Em ti irei despertar
No teu colo irei viver
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Cúmplice

Cúmplice...
Das saudades que não morrem
Dos sofrimentos prematuros de fogos que não se extinguem
Dos murmúrios das poeiras de sonhos pintados de arco-íris
Cúmplice...
Das lágrimas que procuram o ar que respiro
Das cicatrizes arrefecidas em mil histórias por contar
Do passado que me afoga a memória num espaço sem espaço que me faz acordar
Cúmplice...
Do pensamento que me recorda
Dos devaneios bebidos no mais puro absinto
Do grito mudo que do silêncio se alimenta num desespero que somente a pele rebenta
Cúmplice...
Das forças que procuro nas fraquezas
Dos desejos que não cometi
Do travo a incenso que enfraquece o meu sofrer num sopro sedutor que aquece o meu ser
Cúmplice...
Do mar despido de sentimentos
Das altas montanhas livres num absoluto nada
Do aconchego da cama que na essência da noite e na persistência do tempo que fazem chegar a ti
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